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Existe relação entre estresse e queda de cabelo?

Queda de cabelo é sempre um problema muito delicado, pois acaba mexendo com a autoestima das pessoas, principalmente das mulheres.  Além do fator estético, a queda do cabelo pode significar problemas de saúde. O estresse físico ou emocional também contribui para aumentar a queda do cabelo. O tratamento nestes casos deve ser multidisciplinar, ou seja, envolver diversas áreas como dermatologistas, psicólogos, psiquiatras e clínicos gerais. 

De acordo com o psicólogo do Sistema Unimed Teresina, José Augusto, os fatores podem ser diversos e estão quase sempre relacionados ao enfraquecimento da haste do cabelo. “Existem três tipos de perda capilar gerada pelo estresse. Temos a Alopecia Areata que é quando o sistema imunológico ataca os folículos, fazendo com que ocorra a queda capilar, inclusive, em grandes quantidades. Temos a Tricotilomania que está ligado à compulsão em puxar o próprio cabelo e o Eflúvio Telógeno que é o enfraquecimento temporário do cabelo, fazendo com que o crescimento seja interrompido e os fios caiam inesperadamente”.

Augusto explicou que estas condições são muito comuns e que o tratamento psicológico segue a proposta da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). “Este tipo de abordagem da psicologia busca ensinar o paciente a reconhecer pensamentos e sentimentos distorcidos e negativos que funcionam como gatilhos e induzem o comportamento compulsivo e indesejável. Com isso, a terapia é utilizada a fim de substituir estes hábitos por outros novos e inofensivos. Essa técnica recebe o nome especial de treinamento para a reversão de hábitos”, disse.

Paralelamente ao tratamento, ainda segundo Augusto, o paciente é estimulado a realizar exercícios de relaxamento que ajudam a reduzir a tensão e favorecem o controle dos impulsos e a modificação do comportamento.

 



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