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Unimed Teresina inicia imunização contra Covid-19 de seus colaboradores

O grande dia chegou! A Unimed Teresina iniciou nesta quarta-feira (19) a vacinação contra a Covid-19 dos colaboradores do Hospital Unimed Primavera (HUP). O primeiro a ser vacinado foi o médico Avelar Alves, 53 anos, nefrologista, intensivista e cooperado da Unimed Teresina. Ele é coordenador das UTI´s do HUP e faz parte da equipe que trabalha no combate a esta doença. Os cinco primeiros colaboradores vacinados foram de áreas distintas para representar o maior número de profissionais que estão envolvidos nesta luta contra a Covid-19: médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, fisioterapeuta e maqueiro.

Após ser imunizado, Avelar disse que o momento é de muito otimismo com essa nova forma de combate à Covid-19. “Eu sou um paciente transplantado renal e faço uso de imunossupressores. Além disso, já tenho algumas cardiopatias. Então, preencho vários critérios para estar hoje aqui recebendo essa vacina tão esperada. Tenho contribuído ao longo dos últimos anos na assistência aos pacientes e, agora na pandemia, tenho contribuído com o trabalho dessa equipe de profissionais de saúde do HUP que tem feito a diferença. O trabalho de toda a equipe é imensurável”.

O vice-presidente do Sistema Unimed Teresina, Newton Nunes Filho, participou do grande momento e disse que a Unimed vai vacinar todos os profissionais que trabalham na linha de frente. “Hoje é um grande dia, um momento histórico. Temos a satisfação de iniciar a vacinação de todos os nossos colaboradores. Com isso, vamos proporcionar mais segurança e proteção aos nossos colaboradores e, consequentemente, beneficiários”, destacou.

O diretor técnico do HUP, Rafael Correia Lima, agradeceu a Fundação Municipal de Saúde pela disponibilização das doses da vacina contra a Covid-19 e disse que os colaboradores serão vacinados seguindo as orientações da mesma. “Todos os profissionais serão vacinados, porém estamos seguindo as orientações da FMS para iniciar com os profissionais que estão trabalhando nas UTI´s. Fizemos um cronograma para organizar a vacinação e garantir que todos os colaboradores sejam vacinados”, explicou o diretor.

O primeiro a ser vacinado foi o médico Avelar Alves, 53 anos, nefrologista, intensivista e cooperado da Unimed Teresina.

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Especialista fala sobre comunicação não violenta

Em tempos de discurso polarizado, é preciso resgatar uma comunicação menos agressiva que fortaleça a capacidade do ser humano de interagir e socializar, mesmo em condições adversas. De acordo com o psicólogo da Intermed, José Augusto Ribeiro, a Comunicação Não Violenta (CNV) ajuda no estabelecimento de relações de parceria e cooperação, em que predomina comunicação eficaz e empatia.

“A CNV, também conhecida como comunicação compassiva, é um processo de pesquisa contínuo desenvolvido por Marshall Bertram Rosenberg, que enfatiza a importância de determinar ações à base de valores comuns. Quando usada como guia na construção de acordos, a CNV pode tomar a forma de uma série de distinções como entre sentimentos e opiniões, necessidades e estratégias e pedidos e exigências”, disse o psicólogo.

Uma comunicação à base destas distinções, ainda de acordo com José Augusto, tende a evitar dinâmicas classificatórias, dominatórias e desresponsabilizantes, que rotulam ou enquadram os interlocutores ou terceiros. A CNV enxerga uma continuidade entre as esferas pessoal, interpessoal e social, e proporciona formas práticas de intervir nelas.

“Aqueles que se apoiam na comunicação não violenta (chamada também de comunicação empática) consideram que todas as ações são originadas numa tentativa de satisfazer necessidades humanas, mas tentam fazê-lo evitando o uso do medo, da vergonha, da acusação, da ideia de falha, da coerção ou das ameaças. Um princípio-chave da comunicação não violenta é a capacidade de se expressar sem usar julgamentos de "bom" ou "mau", do que está certo ou errado. A ênfase é posta em expressar sentimentos e necessidades, em vez de críticas ou juízos de valor”, destacou.

 

 

 

 

 

A Comunicação Não Violenta (CNV) ajuda no estabelecimento de relações de parceria e cooperação, em que predomina comunicação eficaz e empatia.

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