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Sarampo

22 de Janeiro de 2019

Em 2016, o Brasil recebeu um certificado de eliminação do vírus do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). No entanto, essa doença infectocontagiosa voltou a ser alvo de preocupação. Em 2018, foi confirmado mais de dois mil casos de sarampo nas Américas (677 no Brasil), e neste ano, a Organização Mundial da Saúde, pede que os países intensifiquem as campanhas de vacinação para conter o avanço dessa enfermidade.

 O sarampo é uma das doenças infecciosas mais contagiosa que existem, causada por um vírus da família Paramixoviridae, gênero Morbillivirus. Sua transmissão é por meio de gotículas de saliva da fala, espirros, tosse ou até mesmo a respiração de uma pessoa contaminada pode ser vetor de contágio.

Define-se como caso suspeito de sarampo: “Toda pessoa que apresente febre e manchas vermelhas acompanhados de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite, independente da idade e situação vacinal”.

A maioria das mortes por sarampo ocorrem por complicações associadas à doença. São mais frequentes em crianças menores de cinco anos ou em adultos com mais de 30 anos. As complicações mais graves incluem cegueira, encefalite, diarreia, infecções no ouvido ou infecções respiratórias, como pneumonia. Não existe cura para o sarampo, apenas cuidados paliativos para conter seus sintomas.

Desta forma. a vacina tríplice viral SCR (contra sarampo, caxumba e rubéola) é a medida de prevenção mais eficaz contra o sarampo. O Ministério da Saúde recomenda que as crianças recebam a primeira dose (tríplice viral) com um ano de idade e com um ano e três meses, a segunda (tetra viral). Quem não foi imunizado nesta faixa etária ainda pode ser vacinado.

Profissional: Ellen Thallita Hill Araújo

Enfermeira NAIS

Núcleo de Atenção a Saúde

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