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Os sintomas mais comuns da COVID-19 são febre, cansaço e tosse seca. Houve alguns relatos de sintomas gastrointestinais (náusea, vômito e diarreia) antes da ocorrência de sintomas respiratórios, mas esse é principalmente um vírus respiratório. Alguns pacientes podem também apresentar dores musculares, congestão nasal, coriza e dor de garganta. Esses sintomas podem aparecer de dois a 14 dias após a exposição (com base no período de incubação dos vírus MERS-CoV). Pacientes com sintomas leves, como febre e tosse seca e que não apresentam sintomas respiratórios como falta de ar, podem e devem ser tratados em casa, evitando exposição desnecessária e a saturação do sistema de saúde. Se você está com sintomas de gripe, fique em casa por 14 dias e siga as orientações do Ministério da Saúde para o isolamento domiciliar. Só procure um hospital de referência se estiver com falta de ar. Se você desenvolver sinais de alerta de emergência para COVID-19, procure atendimento médico imediatamente.

Os sinais de alerta de emergência incluem*:

  • Falta de ar
  • Dor ou pressão persistente no peito
  • Confusão mental ou incapacidade de despertar
  • Lábios ou rosto azulados

*Esta lista não é completa. Consulte o seu médico para quaisquer outros sintomas graves ou preocupantes.

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O coronavírus, que provoca a COVID-19, pode ser transmitido de uma pessoa para outra. A transmissão pode ocorrer através de gotículas de saliva ou muco, expelidos pela boca ou narinas quando uma pessoa infectada tosse ou espirra. Essas gotículas pousam em objetos e superfícies ao redor da pessoa. Outras pessoas pegam a COVID-19 tocando esses objetos ou superfícies e depois tocando nos olhos, nariz ou boca. A transmissão também pode ocorrer através de partículas virais transferidas ao apertar as mãos ou compartilhar um objeto, como por exemplo beber no mesmo copo que um portador do vírus. Na maioria das vezes, é evidente se uma pessoa está doente, mas já houve relatos de portadores do vírus ainda sem sintomas aparentes e que já podiam transmitir a doença. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), deve-se manter uma distância de pelo menos um metro da pessoa com sintomas evidentes. Quarentenas e restrições de viagens atualmente em vigor em muitos países também se destinam a ajudar a quebrar a cadeia de transmissão. As autoridades de saúde pública estão recomendando outras abordagens para pessoas expostas ao vírus, incluindo isolamento em casa e monitoramento de sintomas por um período de tempo (geralmente 14 dias), dependendo do nível de risco de exposição.

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O coronavírus foi detectado nas fezes de certos pacientes, portanto, atualmente não podemos descartar a possibilidade de transmissão ocasional de manipuladores de alimentos infectados. Entretanto, podemos afirmar que o risco da transmissão por alimentos contaminados poderá acontecer caso o alimento tenha sido exposto à secreção respiratória de uma pessoa contaminada. Se você tem dúvida, faça a limpeza do alimento antes de consumi-lo. Para alimentos cozidos, o risco seria muito menor. Para alimentos que serão consumidos in natura, como folhas e frutas, a higienização é feita como preconiza a segurança alimentar: lavar em água corrente para retirar sujeiras, parasitas e pequenos insetos e depois deixar de molho em solução clorada por 15 minutos, em média. Só então enxaguar em água corrente.

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Embora tenha havido um caso de cachorro infectado em Hong Kong, até o momento não há evidências de que cachorro, gato ou qualquer outro animal de estimação possa transmitir a COVID-19. O coronavírus se espalha principalmente por gotículas produzidas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Ainda, é recomendável que se evite contato direto com animais selvagens e com superfícies em contato com eles e se mantenham boas práticas de segurança alimentar ao manusear carnes cruas.

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Você pode reduzir suas chances de ser infectado ou espalhar COVID-19 tomando algumas precauções simples:

  1. Lave regularmente e cuidadosamente, por pelo menos por 20 segundos, as mãos com água e sabão ou higienize com solução à base de álcool. Por quê? Lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool nas mãos mata o vírus que pode estar nelas.
  2. Mantenha pelo menos 1 metro de distância entre você e qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando. Por quê? Quando alguém tosse ou espirra, pulveriza pequenas gotas líquidas do nariz ou da boca, que podem conter vírus. Se você estiver muito próximo, poderá respirar as gotículas, incluindo o novo coronavírus, se a pessoa que tossir tiver a doença.
  3. Evite tocar nos olhos, nariz e boca. Por quê? As mãos tocam muitas superfícies e podem pegar vírus. Uma vez contaminadas, elas podem transferir o vírus para os olhos, nariz ou boca. A partir daí, o vírus pode entrar no seu corpo e deixá-lo doente.
  4. Certifique-se de que você e as pessoas ao seu redor seguem uma boa higiene respiratória. Isso significa cobrir a boca e o nariz com o braço ou lenço descartável quando tossir ou espirrar. Em seguida, descarte o lenço usado imediatamente. Por quê? Gotas espalham vírus. Ao seguir uma boa higiene respiratória, você protege as pessoas ao seu redor contra vírus como resfriado, gripe e COVID-19.
  5. Fique em casa se não se sentir bem. Se você tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico e ligue com antecedência. Siga as instruções da sua autoridade sanitária local. Por quê? As autoridades nacionais e locais terão as informações mais atualizadas sobre a situação em sua área. Ligar com antecedência permitirá que seu médico o direcione rapidamente para o centro de saúde certo. Isso também irá protegê-lo e ajudar a evitar a propagação de vírus e outras infecções.
  6. Mantenha-se atualizado sobre os locais mais afetados pela epidemia da COVID-19 (cidades ou áreas locais onde a doença está se espalhando amplamente). Se possível, evite viajar - especialmente se for uma pessoa idosa ou tiver diabetes, doenças cardíacas ou pulmonares. Por quê? Você tem uma chance maior de pegar COVID-19 em uma dessas áreas.
  7. Pessoas que estão ou visitaram recentemente (há 14 dias) áreas em que a COVID-19 está se espalhando com maior intensidade devem autoisolar-se, ficando em casa se começarem a se sentir mal, mesmo com sintomas leves como dor de cabeça, febre baixa (37,3°C ou mais) e corrimento nasal leve, até você se recuperar. Se for essencial que alguém lhe traga suprimentos ou que necessite sair, por exemplo, para comprar comida, deve-se usar uma máscara para evitar a transmissão da doença para outras pessoas. Por quê? Evitar o contato com outras pessoas e as visitas aos hospitais e ambulatórios médicos permitirá que essas instalações funcionem com mais eficiência e ajudará a proteger você e outras pessoas contra possíveis COVID-19 e outros vírus.
  8. Se você desenvolver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure orientação médica imediatamente, pois isso pode ocorrer devido a uma infecção respiratória ou outra condição mais séria. Se possível, ligue previamente para o seu médico ou para o serviço de referência da sua região ou plano de saúde. Por quê? Ligar com antecedência permitirá que o médico o direcione rapidamente para o centro de saúde certo. Isso também ajudará a evitar a possível propagação da COVID-19 e outros vírus.
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O risco está diretamente relacionado a sua localização e, mais especificamente, se existe um surto de COVID-19 na sua região. Entretanto, evidências mostram que a doença está espalhada por todo o mundo. Governos e autoridades de saúde estão tomando medidas rigorosas toda vez que um novo caso de COVID-19 é identificado. Certifique-se de cumprir todas as restrições locais sobre viagens, movimento ou grandes aglomerações. A cooperação com os esforços de controle de doenças reduzirá o risco de pegar ou espalhar a COVID-19. Os surtos de COVID-19 podem ser contidos e a transmissão interrompida, como foi mostrado na China e em alguns outros países. Infelizmente, novos surtos podem surgir rapidamente. É importante estar ciente da situação da pandemia na sua região ou para o local aonde você pretende se deslocar. O Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde Estaduais publicam atualizações diárias sobre a situação da COVID-19 em todo o Brasil.

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É sempre importante seguir as recomendações de saúde pública. A máscara é fundamental apenas para quem está com sintomas (febre ou tosse) e para quem está em contato direto e cuidando de pessoas contaminadas. Se você tiver sintomas respiratórios como tosse ou espirro, os especialistas recomendam o uso de uma máscara para proteger os outros. Isso pode ajudar a conter gotículas que carreguem qualquer tipo de vírus, incluindo a gripe, e proteger contatos próximos (qualquer pessoa a menos de um, a um metro e meio da pessoa infectada). Vale destacar que a OMS recomenda o uso racional deste recurso para evitar desperdício e a falta deste insumo devido à utilização sem critérios.

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Se você for imunocomprometido por causa de uma doença ou tratamento, converse com seu médico sobre a recomendação de uso de máscara. Se o seu médico o aconselhar a usar uma máscara em áreas públicas, porque você possui um sistema imunológico particularmente vulnerável, siga essa recomendação.

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A taxa de infecção e a progressão para doença grave em mulheres grávidas é semelhante a de mulheres adultas não grávidas. As mesmas medidas de proteção contra a transmissão do vírus se aplicam a ambas. Até agora, nenhuma transmissão da mãe para o feto foi descrita. O parto vaginal deve ser encorajado quando a mãe e o bebê não estão gravemente doentes. Medidas rígidas de proteção (máscaras faciais, higiene das mãos) devem ser observadas para proteger o recém-nascido e a equipe de saúde durante e após o parto. A separação da mãe e do bebê e a amamentação devem ser discutidas caso a caso. O recém-nascido deve ser protegido da infecção pela mãe, tanto quanto possível. Se a mãe desejar esgotar seu leite ou amamentar, a desinfecção da mama deve ser adicionada aos métodos de proteção mencionados.

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Embora nenhuma vacina esteja disponível até o momento, vários países estão fazendo uma força-tarefa para desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a COVID-19. Conforme as últimas notícias veiculadas pela OMS, atualmente a estimativa de tempo para disponibilização de uma vacina eficaz é de aproximadamente 18 meses.

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Situação 1 - VIAJANTE: pessoa que apresente:

  • Febre e;
  • Pelo menos um dos sinais ou sintomas respiratórios (tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, saturação de O2 < 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal - movimento de retração da musculatura entre as costelas durante a inspiração, enquanto a parede superior do tórax e o abdome se expandem - e dispneia - dificuldade de respirar caracterizada por respiração rápida). E com histórico de viagem para país com transmissão sustentada OU área com transmissão local nos últimos 14 dias

OU

Situação 2 - CONTATO PRÓXIMO: pessoa que nos últimos 14 dias teve contato próximo de caso suspeito ou confirmado para COVID-19 e apresente:

  • Febre e;
  • Pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza) e;
  • Histórico de contato com caso suspeito ou confirmado para COVID-19, nos últimos 14 dias.
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Situação 3 - CONTATO DOMICILIAR: pessoa que, nos últimos 14 dias, mantiveram contato domiciliar (reside ou trabalhe) com caso suspeito ou confirmado para COVID-19 e que apresente:

  • Febre ou;
  • Pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza) ou;
  • Outros sinais e sintomas inespecíficos como: fadiga, dores musculares, dor de cabeça, calafrios, diarreia, náuseas, vômito e desidratação.
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  • LABORATORIAL: caso suspeito ou provável com resultado de exame positivo.
  • CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO: caso suspeito ou provável com histórico de contato próximo ou domiciliar com caso confirmado laboratorialmente por COVID-19, que apresente febre OU pelo menos um dos sinais ou sintomas respiratórios, nos últimos 14 dias após o contato, e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica.
    Alerta-se que a febre pode não estar presente em alguns casos como, por exemplo, em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou que, em algumas situações, possam ter utilizado medicamento antitérmico.
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Diante das últimas evidências compartilhadas pela OMS e países afetados, o Ministério da Saúde define que são curados:

  • Casos em isolamento domiciliar: casos confirmados que passaram por 14 dias em isolamento domiciliar, a contar da data de início dos sintomas e que estão assintomáticos.
  • Casos em internação hospitalar: diante da avaliação médica.
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Conforme orientação do Ministério da Saúde, um teste especializado deve ser feito para confirmar que uma pessoa tem COVID-19 em casos indicados. Este teste é realizado a partir da coleta de amostras de secreções respiratórias de pacientes classificados como casos suspeitos de COVID-19. As amostras são encaminhadas para os laboratórios centrais da Saúde Pública dos Estados (Lacen) para realização de exames de biologia molecular para detecção de RNA viral. Também estão sendo utilizados outros testes para diagnóstico mais rápido, que é a identificação de anticorpos contra a doença no sangue do paciente. O Ministério da Saúde disponibilizará estes testes no Brasil em breve. Entretanto, nem todo mundo precisa ser testado para COVID-19. Aqui estão algumas informações que podem ajudar na tomada de decisões sobre a procura de atendimento médico ou exames:

  • A maioria das pessoas apresenta doença leve e deve se recuperar em casa, sem necessidade de fazer o exame, mas obrigatoriamente deve seguir todas as precauções de contágio.
  • O exame pode ser útil para orientar a tomada de decisões sobre contatos. Porém, esta é uma decisão que cabe ao médico que presta o atendimento.

*Se você testar positivo para COVID-19, siga rigorosamente as orientações referentes às precauções de contato.

*Se você testar negativo para COVID-19, provavelmente não estava infectado no momento em que sua amostra foi coletada. No entanto, isso não significa que você não ficará doente. Em outras palavras, um resultado negativo do teste não descarta totalmente a doença.

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Se nem você nem a pessoa apresentaram sintomas, não é preciso fazer exames específicos. Esse exame só é indicado para pacientes sintomáticos (febre e tosse) conforme avaliação médica.

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Atualmente, não há tratamento antiviral específico para esse novo coronavírus. Existem vários ensaios clínicos em andamento que incluem medicamentos tradicionais. O tratamento é, basicamente, suportivo, o que significa administrar líquidos, remédios para reduzir a febre e, em casos graves, oxigênio suplementar. Pessoas que ficam gravemente doentes com COVID-19 podem precisar de respirador para ajudá-las a respirar. A infecção bacteriana pode complicar essa infecção viral. Os pacientes podem necessitar de antibióticos nos casos de pneumonia bacteriana, além de COVID-19. Os tratamentos antivirais usados para HIV e outros compostos estão sendo testados. Não há evidências de que suplementos, como vitamina C ou probióticos, ajudem a acelerar a recuperação. Não se recomenda a automedicação com nenhum medicamento, incluindo antibióticos, como prevenção ou mesmo cura da doença. Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para obter um diagnóstico e iniciar o tratamento. Os casos graves devem ser encaminhados a um hospital de referência estadual para isolamento e tratamento. Os casos suspeitos leves que não necessitam de hospitalização poderão ser acompanhados pela Atenção Primária, que instituem medidas de precaução domiciliar. Contudo, é necessário avaliar cada caso.

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Para clientes Unimed Teresina ou Intermed que apresentarem sintomas suspeitos e quiserem tirar dúvidas sobre seu estado de saúde, o primeiro passo é, com sua carteirinha em mãos, entrar em contato gratuitamente com a nossa Central de Atendimento Unimed Teresina 24 horas, através do telefone:

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Daniel de Sousa, médico ginecologista e obstetra da Intermed. Daniel de Sousa, médico ginecologista e obstetra da Intermed.

A pandemia da COVID-19 tem trazido uma preocupação especial para aquelas pessoas que são consideradas de grupos de risco. Nesse contexto, as mulheres grávidas se destacam por carregarem no seu ventre seus filhos, o que gera uma preocupação ainda maior. Para tranquilizar essas mulheres, o médico ginecologista e obstetra da Intermed, Daniel de Sousa, falou sobre os cuidados que as grávidas podem ter para continuar o pré-natal e evitar a contaminação com o novo Coronavírus.

"Até o momento as evidências apontam que as mulheres grávidas, aparentemente, têm se mostrado um grupo de baixo risco diante da pandemia. Diferente de algumas outras patologias como H1N1, não se constatou evidências sólidas de que o fato de a paciente estar gestante lhe

coloque no risco de complicações mais graves. Isso é muito bom, pois apesar da imunidade da grávida ser um pouco reduzida, se comparada com as demais pacientes, isso não se mostrou como uma chance maior para desenvolver sintomas mais graves da COVID-19", explicou o médico.

Com relação aos cuidados, de modo geral, Daniel disse que as recomendações do pré-natal permanecem as mesmas. Quanto às consultas e exames, a paciente deve manter um contato ainda que remoto com a equipe médica ou de enfermagem, que sejam responsáveis pela assistência durante o pré-natal. "Além das recomendações normais como manter uma alimentação saudável, cuidar do peso e evitar hábitos que não são recomendáveis como tabagismo e consumo de bebida alcoólica, orientamos as mulheres grávidas a seguirem as regras de distanciamento social, uso de máscara e higienização das mãos, constantemente".

Daniel disse ainda que é importante nesse período de pandemia que as consultas do pré-natal aconteçam de forma remota. Alguns exames, dependendo da necessidade, podem ser postergados para evitar a ida da paciente as clínicas. "É importante evitar se expor indo as clínicas para realizar exames desnecessários, principalmente, em serviços de urgência".

No que se refere a possibilidade de contaminação do bebê durante a gestação, caso a mãe seja contaminada pelo novo Coronavírus, o médico explicou que até o momento não se tem comprovação científica de uma transmissão vertical. "Não existem indícios de que a mãe possa transmitir o vírus para o bebê ainda dentro do útero ou por meio do aleitamento materno. Isso significa que COVID-19 não influencia, de forma clara, a necessidade de se mudar o tipo de parto. Essa decisão continua sendo de indicação obstétrica. Portanto, a COVID-19 não é uma indicação, por exemplo, para uma cesariana eletiva".

Para as pacientes que, eventualmente, forem contaminadas e desenvolverem a doença, a assistência deve acontecer de forma individualizada. Daniel disse que dependendo da evolução da doença o médico adota condutas específicas. "As pacientes que desenvolverem a doença e evoluírem para a cura ao longo do pré-natal terão um acompanhamento diferenciado e colocadas no grupo de gestantes de alto risco. Mas, de um modo geral, não havendo complicações importantes, o acompanhamento segue normas que já são utilizadas de praxe e comumente essa paciente não terá nenhuma complicação na hora do parto", comentou Daniel.

Amamentação

Com relação a amamentação as orientações ainda são um tanto controversas. Daniel disse que cada situação deverá ser analisada de forma individualizada, mas que até o momento não existem evidências que proíbam de modo categórico a amamentação feita por mães com COVID-19. Em razão dos grandes benefícios que se conhecem do aleitamento materno, é uma prática que deve ser estimulada. Naturalmente, com uma série de cuidados como o uso de máscara pela mãe e uma constante higienização das mãos.

"Existe uma possibilidade de haver um afastamento e isso deve ser discutido com os pais para se mitigar o risco do contágio do bebê, mas até o momento não há uma conclusão muito firme em relação a se ter algum benefício. Isso se deve ao fato de que esse afastamento pode acabar comprometendo o conjunto de vantagens do aleitamento materno, tanto para o bebê quanto para a mãe", finalizou Daniel.

ASCOM Unimed Teresina

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Desde o início da pandemia da COVID-19 que especialistas de todo o mundo alertam para os riscos de maiores complicações em pessoas com diabetes. Apesar da COVID-19 se apresentar para a maioria das pessoas de forma leve, para algumas ela acaba evoluindo de forma mais grave, precisando, inclusive de suporte respiratório, ventilação mecânica e internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). André Gonçalves, médico endocrinologista do Sistema Unimed Teresina, explica que por conta de algumas particularidades esse tipo de paciente acaba sofrendo interferência no tempo de resposta às infecções de forma geral.

"A pessoa com diabetes tende a ser um paciente mais inflamado. Isso acontece porque ele produz uma série de proteínas que tem um efeito inflamatório no organismo. Essas proteínas, que já existem em excesso no paciente com diabetes, tendem a gerar uma diminuição da resposta normal do corpo a infecções, cicatrização de feridas e no tempo de coagulação. Então, qualquer situação que gere um estresse maior para o corpo, do ponto de vista físico, vai ser sentida de forma mais intensa no paciente com diabetes", destacou o médico.

Com a chegada da COVID-19 essa condição do paciente diabético ficou ainda mais evidente. Porém, isso não é motivo para desespero. André explicou o porquê: "O diagnóstico de diabetes em si não é suficiente para gerar um desfecho ruim. O que pode contribuir muito para isso é a diabetes descompensada. Ou seja, aquele paciente diabético que tem glicemia alta o tempo todo e não faz controle adequado. Esse tipo de paciente tem grande probabilidade de ter complicações graves".

Para quem está procurando se cuidar mais e dar uma atenção maior para a saúde, o médico deu algumas dicas. "Independentemente da idade, de ser obeso ou não, a melhor coisa que se deve fazer nesse momento é buscar uma saúde adequada. Fazer uma atividade física regular, dentro do possível, pois estamos em época de confinamento. Manter uma alimentação adequada. Manter o atendimento médico regular e o uso das medicações também de forma regular. Sem negligenciar nada disso, o paciente diabético diminui bastante o risco de uma complicação, caso seja contaminado pela novo Coronavírus", ressaltou.

ASCOM Unimed Teresina

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Por conta do isolamento social adotado no mundo inteiro como medida de prevenção contra a COVID-19, os níveis de ansiedade da população têm aumentado bastante. Essa ansiedade tem provocado uma onda de estresse levando as pessoas a se alimentarem de forma errada. A nutricionista Lílian Lopes, da Intermed Teresina, explicou que a escolha do alimento pode contribuir para o aumento da ansiedade, gerando ainda mais estresse para quem está em isolamento domiciliar.

"Tudo que é feito com farinha de trigo pode gerar uma dependência neurológica. Essa dependência é muito parecida com a de álcool e drogas, pois é um alimento que não sacia e acaba gerando mais ansiedade. Assim, a pessoa sente a necessidade de comer a todo momento. Esse carboidrato simples é encontrado em arroz branco, pão branco, bolos e doces, por exemplo. Portanto, se você não sabe por onde começar, comece evitando excesso de carboidrato simples e açúcar refinado na alimentação".

Lílian disse ainda que quando se fala em alimentação para reduzir a ansiedade é preciso dar destaque a proteína. "A proteína é um nutriente que demanda mais tempo para ser digerida pelo nosso corpo. Ela tem um efeito termogênico maior do que o carboidrato e a gordura. Então, tem que ser a principal opção do cardápio. Quando falamos de proteína estamos falando de ovos, leite, carnes em geral etc. Além disso, precisamos optar por consumir gorduras boas como abacate, azeite de oliva extra virgem e oleaginosas em geral. A gordura dá essa sensação de saciedade e quando a gente se sente satisfeito não fica comendo toda hora", destacou.

Higienização correta dos alimentos

A nutricionista ressaltou que quando se fala em alimentação é preciso pensar no processo como um todo. "Temos que pensar no alimento desde quando adquirimos. A primeira conduta quando chegar com o alimento em casa é colocar as sacolas no lixo. Temos o hábito de guardar a sacola para usar depois, mas o momento não permite isso. Não sabemos quem teve contato com ela, portanto pode ser um meio de contaminação. Alimentos como o arroz, feijão e farinha devem ser retirados das suas embalagens e colocados em potes. Outros como o leite, por exemplo, a embalagem pode ser lavada. Só precisa ter cuidado para não danificar o papelão".

De acordo com Lílian, para higienizar os alimentos é preciso ter alguns cuidados. A água sanitária, por exemplo, pode ser utilizada por ter um alto poder de desinfecção, mas primeiro precisa ser diluída. A indicação de diluição é de um litro de água para uma colher de sopa ou copo de café de 50 ml de água sanitária.

"Essa solução pode servir para colocar frutas, legumes, verduras e vegetais folhosos. Então quando chegar em casa lavar bem esses alimentos com água corrente e depois colocar nessa solução de água sanitária. Deixa de molho por dez minutos, depois lava em água corrente para tirar o excesso de água sanitária. Depois desse procedimento deve-se lavar bem as mãos", orientou Lílian.

ASCOM Unimed Teresina

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Por conta da pandemia da COVID-19 e para garantir o atendimento dos seus beneficiários dos planos de saúde Unimed e Intermed, o Sistema Unimed Teresina providenciou diversas alterações no fluxo de atendimento dos seus hospitais. O Pronto Atendimento do Hospital Unimed Primavera (HUP), por exemplo, passou por reforma na sua estrutura física para separar a entrada de pacientes com sintomas de quadros gripais dos com quadros não gripais. Além disso, foram separados leitos exclusivos para internação de pacientes com suspeita de COVID-19.

Ainda no HUP, foi realizada, em regime de urgência e com a orientação dos profissionais que compõem o Setor de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), a instalação de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e contratação de novos profissionais de saúde para reforçar o atendimento. De acordo com o presidente do Sistema Unimed Teresina, o médico urologista Emmanuel Fontes, mesmo com toda dificuldade que o mundo está enfrentando de falta de equipamentos para suprir as necessidades dos hospitais, a Unimed Teresina conseguiu implantar novos leitos e ficar pronta para oferecer um atendimento seguro durante a pandemia do novo Coronavírus.

"O mundo todo está trabalhando com ações contingenciais para aumentar sua capacidade de atendimento nos hospitais. O Sistema Unimed Teresina vem acompanhando essas ações e seguindo as orientações dos órgãos reguladores como Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS). Além de investir em novos equipamentos e reformas da estrutura física, estamos promovendo constantemente treinamentos para os nossos profissionais de saúde. Tudo alinhado com o nosso Setor de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH)", destacou o presidente.

Para evitar o contato dos pacientes adultos com as crianças, o HUP ficou destinado exclusivamente para atendimento de adultos. As crianças estão sendo encaminhadas para a Unidade Unimed Ilhotas. Nessa Unidade foram realizadas as mesmas adequações do espaço físico do Pronto Atendimento do HUP. Duas portas de entradas para separar as crianças com sintomas de quadros gripais das com quadros não gripais.

O médico infectologista e coordenador do SCIH do HUP, Eduardo Mendes, explicou que as medidas adotadas visam sobremaneira, o reforço em cima das ações não farmacológicas de prevenção. "Nós sabemos que a transmissão das síndromes gripais não é diferente da nova gripe (COVID-19). É uma transmissão que acontece por meio de gotículas de saliva e que pode ser feita na aproximação de pessoas. Quando alguém tosse ou espirra pode contaminar a pessoa que está ao lado e o ambiente, pois as gotículas caem sobre as superfícies. A separação dos Pronto Atendimentos protege sobretudo, o público que não tem sintoma de síndrome gripal e que procura atendimento para outros problemas como, por exemplo, ortopédico ou neurológico, pois ele não fica exposto ao risco de contato com pessoas que estão com sintomas de síndrome gripal", explicou o médico.

ASCOM Unimed Teresina

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HUP recebe doação de 50 aventais descartáveis

O Hospital Unimed Primavera (HUP) recebeu doação de 50 aventais descartáveis das mãos do presidente do Rotary Clube Teresina Ininga, João Ferreira. Essa peça é essencial para proteger profissionais de saúde e pacientes da contaminação pelo novo Coronavírus (COVID-19). "Esse momento é de união e colaboração. O HUP se preparou para enfrentar a COVID-19 adquirindo mais Equipamentos de Proteção Individual e readequando toda sua estrutura física, incluindo a criação de novos leitos de UTI. Entretanto, toda doação é bem-vinda, pois vai reforçar os cuidados com a saúde de toda nossa comunidade hospitalar", destacou Elisa Rosa Nunes, superintendente do Sistema Unimed Teresina.

ASCOM Unimed Teresina

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A divulgação de possíveis tratamentos para a COVID-19 tem levado algumas pessoas a fazerem uso de medicamentos sem procurar orientação médica. Atento a esse tipo de comportamento por parte da população, o médico cardiologista do Hospital Unimed Primavera (HUP), Alexandre Adad, fez um alerta sobre os perigos da automedicação.

"Nesse momento a automedicação deve ser abordada principalmente por conta da divulgação de possíveis tratamentos contra a COVID-19. Destaco possíveis, porque até o momento não temos tratamento específico contra o novo Coronavírus. Temos alguns possíveis tratamentos que podem trazer algum benefício, porém sem evidência comprovada por meio de estudos bem conduzidos. De qualquer forma, esses medicamentos potenciais têm efeitos colaterais, especialmente em quem já tem doença do coração. Daí o perigo da automedicação. Alguns desses medicamentos podem causar inclusive arritmias cardíacas. Então, é sempre necessária a avaliação e prescrição pelo médico, ou seja, uma pessoa com preparo técnico para tratar eventuais complicações decorrentes da própria medicação", explicou Alexandre.

Sobre o medicamento nitazoxanida (nome comercial Annita) utilizado para o tratamento de verminoses, Alexandre disse que existem estudos in vitro, ou seja, que ainda não foram testados em organismos vivos, que mostraram que esse medicamento diminuiu a entrada e replicação do vírus em células.

"Já foram iniciados alguns ensaios clínicos em humanos, mas até agora não há nenhuma evidência de que isso irá funcionar, porque não basta funcionar na bancada do laboratório (in vitro), pois existem muitas outras questões que precisam ser levadas em consideração como as relacionadas à absorção do medicamento, a biodisponibilidade etc. Não vamos estocar esse medicamento em casa achando que vai se garantir contra a COVID-19", alertou o médico.

O cardiologista ressaltou ainda que em pacientes que tem doenças cardíacas como insuficiência cardíaca, doença arterial coronariana e hipertensão, a primeira orientação dada pelos médicos cardiologistas é de não suspender as medicações habituais. "Existem algumas informações divulgadas de forma incorreta, orientando a suspensão de medicamentos alegando que são perigosos, caso a pessoa venha a se contaminar com o novo Coronavírus. Entretanto, a orientação oficial é não suspender esses medicamentos habituais para hipertensão, insuficiência cardíaca e doença coronária".

Outra questão importante citada pelo médico é de que tem muita gente precisando dar continuidade ao seu tratamento clínico, mas por medo de se contaminar acaba retardando sua ida ao hospital. "As pessoas estão deixando de procurar atendimento médico por medo da COVID-19. Tem muitas doenças que também são muito graves. Uma dessas doenças é justamente o infarto agudo do miocárdio. Portanto, se a pessoa está sentindo uma pressão forte no peito ou um desconforto opressivo, queimação no peito ou na boca do estômago, no queixo irradiando para o ombro ou do pescoço pro braço, ou ainda acompanhado de suor frio, enjoo e falta de ar, não deve retardar a ida ao hospital. No contexto do infarto agudo do miocárdio, o tempo para o atendimento é fator determinante. Se a pessoa retardar muito esse atendimento pode sofrer consequências mais graves".

ASCOM Unimed Teresina

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Com a pandemia da COVID-19 aumentou bastante a preocupação com relação a saúde mental dos profissionais de saúde. Principalmente, os que estão na linha de frente de enfrentamento da doença. Para aliviar a tensão gerada pelo momento de pânico instalado pelo novo Coronavírus, o Hospital Unimed Primavera (HUP) implantou o projeto Escuta com Amor. A intensão é proporcionar aos profissionais de saúde um momento de escuta qualificada, para que os sentimentos de medo e insegurança sejam aliviados.

A psicóloga do HUP, Renata Cardoso, explicou que após o início da pandemia os profissionais de saúde começaram a ficar muito estressados e para tentar minimizar essa sensação de angústia, a equipe de psicologia do HUP decidiu dar início ao projeto Escuta com Amor.

"Percebemos o quanto nossos profissionais estavam necessitando de atenção. Sentimentos mal resolvidos podem adoecer nosso corpo. A angústia gerada pelas incertezas da pandemia acabava gerando momentos de estresse com colegas de trabalho. Então, para ajudar nossos profissionais de saúde iniciamos uma terapia em grupo e depois a escuta individual. Agora estamos passando pela pandemia juntos. O sentimento é de união e cooperação", destacou.

Durante a dinâmica de grupo, Renata explicou que pediu que cada colaborador falasse uma mensagem positiva que gostaria de ouvir de algum amigo ou parente. Segundo ela, todos falaram mensagens de apoio e esperança de dias melhores. "Foi um momento muito especial. Todos conseguiram externar seus sentimentos de que tudo vai terminar bem", comentou Renata.

Profissionais de saúde recebem atendimento psicológico durante a pandemia
Profissionais de saúde recebem atendimento psicológico durante a pandemia

ASCOM Unimed Teresina

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O isolamento social se tornou a medida mais eficaz para ajudar a frear os índices de contágio pelo novo Coronavírus (COVID-19). Para as pessoas infectadas, que desenvolveram a forma mais grave da doença e precisaram de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a solidão e a saudade têm tornado esse momento ainda mais difícil. Isso acontece por que os hospitais adotaram protocolos rígidos que proíbem visitas para pacientes com COVID-19. No entanto, a fim de aliviar a dor e minimizar a sensação de solidão, o Hospital da Unimed Primavera (HUP), disponibiliza aos seus pacientes internados a Visita Virtual.

Esse projeto iniciou logo após a medida de suspensão das visitas presenciais e tem contribuído bastante para aliviar a tensão e a ansiedade geradas pela internação e agravadas pelo isolamento. O médico intensivista do HUP, Dr. Avelar Alves, explicou que esse tipo de comunicação que envolve médico, paciente e família já foi validado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e no Hospital os resultados tem sido bastante satisfatórios.

"No HUP temos uma equipe multiprofissional que identifica o paciente que tem condições clínicas de participar de uma visita virtual, e após combinar com a família proporcionamos esse encontro por meio de chamada de vídeo. Isso tem deixado a família e o paciente bem mais tranquilos, pois a imagem fala por si só. Além disso, estamos ajudando a aproximar mais as pessoas nesse momento de isolamento", destacou o médico.

A visita virtual é destinada para os pacientes que apresentam melhora clínica e que não estão intubados, nem sedados. O Hospital disponibiliza um tablet com acesso à internet, que possibilita o paciente ver, ouvir e conversar com seus familiares e amigos. A visita é acompanhada pelo médico, enfermeiro, psicólogo e assistente social da UTI, na qual o paciente está internado.

"Após um contato prévio com o paciente e um familiar, se elege um cuidador que vai ser o responsável pelo contato. Fazendo esse acordo entre todos é feito uma ligação de dentro do ambiente hospitalar. Nesse momento, conseguimos ver o quanto é importante essa interação e o quanto pode contribuir para uma evolução satisfatória do quadro clínico do paciente", comentou Avelar.

Internação em UTI: pacientes graves

O médico explicou ainda que as internações nas Unidades de Terapia Intensiva não é uma regra para os pacientes infectados com COVID-19. Esses pacientes que necessitam de UTI são os que desenvolvem a manifestação mais grave da doença: a insuficiência respiratória.

"O paciente que termina sendo transferido para uma UTI é aquele que tem dificuldade de respirar e que necessita aumentar muito a frequência respiratória. Ele quer respirar e não consegue. Esses pacientes precisam receber terapia com oxigênio. Em alguns casos é possível dar uma terapia com oxigênio por meio de cateter. Porém, a grande maioria dos casos mais graves precisa receber o que chamamos de ventilação mecânica", explicou Avelar.

A ventilação mecânica é um procedimento invasivo e para realizá-lo é necessário que o paciente seja intubado. "Colocamos um tubo na traqueia do paciente para que seja dado o suporte de oxigênio necessário. Com isso, ganhamos tempo para que o organismo do paciente passe pela fase aguda, não haja outras disfunções e não tenhamos um desfecho desfavorável, que seria o óbito. Então, nesses pacientes graves essa passagem pela UTI é obrigatória, pois é a única maneira de conseguirmos resgatar esse paciente", disse o médico.

Atendimento humanizado

A enfermeira e supervisora das UTI´s do HUP, Rayssa Barbosa, contou que desde o início da pandemia havia uma preocupação da equipe de como manter o contato entre o paciente em isolamento e seus familiares. A suspensão das visitas poderia acabar aumentando a ansiedade das famílias por notícias de seus parentes internados. Daí surgiu a ideia de usar a tecnologia disponível para proporcionar esse encontro e manter todos seguros.

"Nossa intenção é tranquilizar a família em ver o seu parente acordado e o paciente em ficar sabendo que mesmo de longe está recebendo a atenção e o carinho dos parentes. É um momento de muita emoção para eles e para nós profissionais de saúde", destacou.

De acordo com a psicóloga do HUP que acompanha as visitas, Renata Cardoso, a repercussão da visita virtual é imediata. "Após a visita o nível de ansiedade do paciente diminui muito. Ele se sente mais mobilizado a contribuir com o tratamento, que é longo e difícil. Além disso, ele consegue compreender melhor e aceitar o isolamento e a ter uma outra vivência do ambiente de UTI. Confiando e estreitando mais os laços de amizade com as equipes. Isso ajuda muito no processo de recuperação do paciente", finalizou Renata.

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Os colaboradores do setor de Hotelaria do Hospital Unimed Primavera (HUP) estão deixando mensagens de apoio, motivacionais, nos kits de roupas privativas para os profissionais que atuam nas áreas de isolamento destinadas a pacientes gripais. Depois de serem esterilizadas, as roupas são embaladas individualmente com plástico. E é nesse pacote que as mensagens são escritas com uso de pincéis permanentes.

Poliana Ribeiro, gerente da Hotelaria, falou da importância da ação para os profissionais que estão trabalhando no enfrentamento do novo Coronavírus.

"Nosso objetivo é mostrar o quanto eles são importantes nessa luta. Nossas mensagens ressaltam a necessidade de se manter a fé, a força, a coragem de vencer e lembrar que eles não estão sozinhos. Assim, além de contribuirmos para fortalecer nossos laços de trabalho em equipe, levamos mensagens de afeto e carinho para quem está prestando assistência nas áreas de isolamento da COVID-19", explicou.

Poliana explicou ainda que a ideia das mensagens surgiu após o aumento da demanda por roupas privativas. "Por conta das medidas adotadas para prevenir a contaminação, todos os profissionais de saúde passaram a receber sua roupa privativa. Com isso, sentimos a necessidade de enviar mensagem de apoio para lembrar nossos colegas que eles não estão sozinhos. Isso vai passar e vamos sair dessa juntos!", destacou.

O setor de Hotelaria do Hospital Unimed Primavera é responsável por promover o bem-estar, conforto e segurança dos pacientes durante o período de internação. "Trabalhamos toda a organização do apartamento para receber o paciente. Além disso, fornecemos os kits de roupas privativas para os colaboradores e enxoval dos pacientes", disse Poliana.

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Devido ao momento vivido de isolamento, pela sociedade, é importante procurar alternativas para se manter fisicamente ativa e, consequentemente, com a saúde física e mental em dia. Entretanto, de acordo com o médico infectologista e coordenador do SCIH do Hospital Unimed Primavera, Eduardo Mendes, é preciso ter a consciência que as atividades físicas precisam ser feitas dentro de casa para evitar aglomerações em espaços públicos.

"O isolamento social ainda é a melhor alternativa para se combater a disseminação da COVID-19. Não podemos perder de vista a questão do isolamento. Portanto, diante da necessidade de fazer atividade física, a preferência é que seja no ambiente doméstico", destacou Eduardo.

O médico disse ainda que, por conta da pandemia, já existem várias alternativas de atividades aeróbicas para serem feitas dentro de casa. "Precisamos nos manter ativos. Para isso recomendamos que as pessoas consultem um educador físico, para orientar qual estratégia de treino é mais adequada para se realizar em casa", orientou.

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Profissionais de saúde em treinamento de sequência rápida para intubação orotraqueal Foto: Ascom/Unimed Teresina

Como medida de contingência, por conta da pandemia da COVID-19, o Sistema Unimed Teresina inicia, a partir desta quinta-feira, 09 de abril, a transferência gradativa da ala pediátrica do Hospital Unimed Primavera (internações, cirurgias e UTI) para o Pronto Atendimento Infantil da Unidade Unimed Ilhotas, área central de Teresina.

O atendimento nas urgências infantil e adulto foi segmentado da triagem até a internação: pacientes com sintomas gripais não circulam entre os demais pacientes. As equipes de saúde também estão divididas dentro das unidades.

Assim, o atendimento infantil, por exemplo, funciona com uma equipe de pronto atendimento, observação, internação e UTI pediátrica para crianças com sintomas gripais e outra equipe de pronto atendimento, observação, internação e UTI pediátrica para crianças sem suspeita de Covid-19.

De acordo com o diretor técnico do HUP, o médico cirurgião geral Rafael Correia Lima, essa transferência é temporária e tem como objetivo principal dar mais segurança para os pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. "Sabemos que quanto mais segmentado for o atendimento, mais controle teremos sobre o fluxo dos pacientes com os mais diversos sintomas. No Ilhotas, assim como já feito no HUP, nosso objetivo é evitar que os pacientes com sintomas de quadros gripais acabem contaminando os demais. No Ilhotas, os plantonistas são pediatras, com atendimento 24 horas, para atender crianças de zero a 14 anos", explicou o diretor.

Serviços ambulatoriais, como consultas e exames eletivos (agendados) estão suspensos temporariamente para evitar aglomerações. A liberação dos atendimentos, de forma geral, só poderá ser feita mediante orientações do Ministério da Saúde.

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Profissionais de saúde em treinamento de sequência rápida para intubação orotraqueal Profissionais de saúde em treinamento de sequência rápida para intubação orotraqueal

Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas do Hospital Unimed Primavera (HUP) participaram de treinamento de sequência rápida para intubação orotraqueal em pacientes infectados com o novo Coronavírus (COVID-19). As aulas teóricas e práticas foram coordenadas pelo Núcleo de Educação Permanente da unidade e tiveram como objetivo reforçar as habilidades das equipes para uma assistência mais segura e de qualidade.

De acordo com o diretor técnico do HUP, o médico coloproctologista Rafael Correia Lima, a síndrome gripal da COVID-19 pode evoluir, em alguns casos, para uma insuficiência respiratória grave e, para realizar o atendimento necessário, é preciso fazer uma intubação orotraqueal.

"A intubação é um procedimento invasivo de alta complexidade que demanda um cuidado especializado. O médico utiliza um laringoscópio para visualizar a traqueia e introduzir um tubo. Esse tubo auxilia na respiração do paciente, instituindo a ventilação mecânica, ou seja, a ventilação dos pulmões por meio de aparelhos. Com isso, a gente ganha tempo até o paciente se recuperar e conseguir voltar a respirar sem ajuda de aparelhos", explicou o médico, acrescentando que o momento da intubação aumenta muito o risco de contaminação da equipe e o treinamento torna o procedimento mais seguro tanto para o profissional como para o paciente.  

A coordenadora do Núcleo de Educação Permanente do HUP, Rebeca Barbosa, destacou a importância dos treinamentos para a assistência. "Nosso objetivo principal é capacitar constantemente os colaboradores e propiciar o melhor desempenho na realização das suas atividades, visando sempre a segurança e a qualidade assistencial. Percebemos que, a cada ação educativa, estamos unindo ainda mais nossas equipes, além de passar a segurança necessária para a realização dos procedimentos ao enfrentamento diário da pandemia", explicou.

Ainda por conta da pandemia da COVID-19, o Sistema Unimed Teresina providenciou diversas alterações no fluxo de atendimento de suas unidades próprias. O HUP e a Unidade Unimed Ilhotas passaram por reforma na estrutura física para separar a entrada de pacientes com sintomas de quadros gripais dos quadros não gripais. Além disso, foram destinados leitos exclusivos para internação de pacientes com suspeita de COVID-19.

Além disso, foi realizada, em regime de urgência e com a orientação dos profissionais que compõem o Setor de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), a instalação de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e a contratação de novos profissionais de saúde para reforçar o atendimento.

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Manter um sistema imunológico forte pode ajudar a combater qualquer tipo de infecção. Para isso, é preciso ter uma dieta balanceada e praticar uma atividade física que ajude o organismo a se manter saudável. "Existem maneiras simples que podem ser feitas no ambiente doméstico e que ajudam a trazer benefícios para imunidade. Manter uma alimentação rica em frutas e vegetais, que são alimentos ricos em vitaminas C, B e que possuem muitos nutrientes antioxidantes, são fundamentais para uma boa condição de imunidade", aponta Antônio Barros, médico gastroenterologista do Núcleo de Atenção Integral à Saúde (NAIS) da Unimed Teresina.

O médico conta ainda que existem outros aspectos que precisam ser levados em consideração quando se fala em fortalecimento de imunidade. "É importante ter uma boa qualidade do sono. Respirar ar puro e procurar fazer exercícios respiratórios melhorar a capacidade respiratória e a oxigenação dos tecidos. Se expor mais a luz solar, diariamente entre 15 e 20 minutos, pois estimula a produção de vitamina D que é necessária para mantermos uma boa imunidade. Praticar atividade física é uma ação importante para manutenção da saúde física e mental", destacou Antônio Barros.

Ana Vitória Andrade, nutricionista do Núcleo de Atenção Integral à Saúde (NAIS) da Unimed Teresina, disse que para aumentar a imunidade do organismo é necessário adotar estratégias nutricionais. Segundo ela, não existe um alimento ou algum nutriente milagroso que evite a infecção de COVID-19. A orientação é ter uma alimentação balanceada para fortalecer o sistema imunológico e possibilitar que o organismo esteja preparado para enfrentar infecções.

"Nesse momento é preciso evitar dietas muito restritivas e ingerir alimentos ricos com o maior número de nutrientes. Existem alguns nutrientes específicos que dão uma força especial ao nosso sistema imunológico. De maneira geral nossa maior fonte de nutrientes são as frutas e verduras. O ideal é tentar ingerir de duas a três frutas diferentes por dia e saladas cruas e cozidas tanto no almoço quanto no jantar. Quando se fala em vitaminas e minerais destaque-se o zinco, que está presente em carnes de todos os tipos como bovina, suína, frango, peixe e derivados de animais, como ovos e leite. O zinco está presente também nas sementes oleaginosas como amendoins e castanhas, além de frutos do mar", explicou Ana Vitória.

Outro mineral que também tem relação com o aumento da imunidade, ainda segundo Ana Vitória, é o magnésio. Ele está presente no feijão, em oleaginosas como nozes, castanhas e amendoins e em vegetais folhosos como espinafre e também no gergelim. O selênio é outro mineral importante e está presente principalmente na castanha do Pará. "Quero dar destaque ainda a duas vitaminas, sem tirar a importância das outras, mas destaco a vitamina A e C, pois elas têm muita relação com o aumento da nossa imunidade. A vitamina A está presente em alimentos de coloração alaranjadas como a cenoura, abóbora, laranja, tangerina e mamão. E está presente também na gema do ovo. Já a vitamina C está presente em frutas cítricas como laranja, tangerina e limão, além de outras frutas como na acerola e na goiaba, disse.

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O Ministério da Saúde está orientando a população a fazer uso de máscaras de fabricação caseira, caso tenha necessidade de sair de casa. O infectologista Kelson Veras, médico cooperado da Unimed Teresina, explicou o porquê do uso dessas máscaras e quem deve utilizá-las. "A máscara não é para proteger quem está usando. Ela serve para proteger as outras pessoas de contrair o vírus por parte de quem está usando. Mesmo quem não apresenta sintoma de gripe deve utilizá-la quando precisar sair de casa, pois essa pessoa também pode estar infectada e transmitindo o vírus sem saber", destacou.

Kelson Veras explicou ainda que a pessoa que estiver doente deve ter cuidado redobrado para o uso da máscara. "Para não correr o risco de contaminar pessoas sadias, quem estiver com sintomas de gripe deve utilizar a máscara quando precisar sair à rua ou ter contato com familiares. Lembrando que essas máscaras são de uso individual e devem ser lavadas diariamente. Não pode ser usada sem uma higiene adequada", pontuou.

Outra questão importante destacada pelo médico foi o tipo de tecido utilizado na fabricação das máscaras. "Qualquer tipo de tecido com gramatura 30 serve para improvisar e confeccionar uma máscara. Todos os tecidos podem segurar um pouco as gotículas de saliva que saem da boca da pessoa contaminada. Então não precisa ser nenhum tipo de tecido específico para atingir esse objetivo".

Sobre os grupos de risco, Kelson Veras disse que o vírus tende a causar uma doença mais grave em idosos, portanto eles devem evitar ter contato com outras pessoas. "Como não é possível a gente saber quem está transmitindo ou não, pois embora a pessoa esteja se sentindo bem, ela já pode estar contaminada com o novo Coronavírus, é preciso que os idosos evitem contato com outras pessoas. Não estamos em tempos normais, o mundo mudou e a vida é outra agora", comentou.

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